Mulher de 66 anos espera há 8 dias por vaga para cirurgia após fraturar braço em Teresina: 'muita dor'
Mulher está internada há uma semana na UPA do Renascença aguardando atendimento Reprodução Marlene da Silva Freire Gomes, de 66 anos, está internada há o...
Mulher está internada há uma semana na UPA do Renascença aguardando atendimento Reprodução Marlene da Silva Freire Gomes, de 66 anos, está internada há oito dias na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Renascença, na Zona Sudeste de Teresina, após quebrar o braço em uma queda. Segundo a filha, ela sente fortes dores e aguarda atendimento especializado. Em nota, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) informou que a paciente aguarda em fila a disponibilidade de vaga no Hospital de Urgência de Teresina ou no Hospital da Polícia Militar e ressaltou que o acesso é definido por critérios que consideram a gravidade clínica de cada paciente. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Ao g1, Robélia Gomes informou que a queda aconteceu no dia 22 de junho e, desde então, a mãe espera transferência para um dos hospitais onde deve passar por cirurgia ortopédica. "Foi primeiro levada para o Hospital do Promorar. Do Promorar, como não tinha atendimento, mandaram para o Renascença. Minha mãe está lá aguardando essa regulação. Lá, não é só a minha mãe, são várias pessoas. É uma falta de respeito", disse a mulher. Agora no g1 Para Marlene, a espera tem sido marcada por dores intensas e desconforto. "Estou esperando. Não posso ficar sentada, não posso ficar em pé. Eu me deito, me levanto, tô aqui com dor no braço o tempo todo", afirmou. Veja nota da FMS A Fundação Municipal de Saúde (FMS) informa que a paciente mencionada está recebendo atendimento na UPA Renascença, onde permanece sob cuidados médicos, aguardando em fila a disponibilidade de vaga para realização de procedimento ortopédico em um dos seguintes hospitais: Hospital de Urgência de Teresina (HUT) ou Hospital da Polícia Militar (HPM) da rede do Governo do Estado do Piauí. A FMS destaca que o setor de Regulação organiza os fluxos de atendimento, garantindo acesso aos serviços de saúde. Esse acesso é definido por critérios técnicos que consideram a gravidade clínica de cada paciente, mas necessita da disponibilidade de vagas na rede pública municipal, estadual e federal. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
Fonte da Reprodução:
https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2026/06/29/mulher-braco-teresina.ghtml